Na sequência do debate já iniciado pela Comunidade 'Cidadãos pela Beira Baixa' (CPBB) relativo aos projetos da Central Solar Fotovoltaica (CSF) de Sophia e as Linhas de Muito Alta Tensão (LMAT) associadas, nos concelhos do Fundão, Penamacor e Idanha-a-Nova, e da Central Fotovoltaica da Beira (269MWP) e Linha Elétrica 220 kV de ligação à RESP', nos concelhos de Castelo Branco e Idanha-a-Nova, voltou a reunir na ESGIN - School of Business, Law and Tourism do IPCB, em Idanha-a-Nova, um grupo de personalidades com o propósito de definir estratégias a adotar e de promover um debate público relacionado com os projetos em análise sobre temas que se mostrem cruciais para a troca de ideias e tomada de decisão, e para o qual serão convidados personalidades relevantes das mais diversas áreas, designadamente da política, economia, turismo, energia, ambiente, sustentabilidade, entre outras.
A reunião contou com a presença de Ricardo A. S. Ambrosio, presidente da SEDES Beira Baixa, Arminda Guerra Lopes, vice-presidente da SEDES Beira Baixa e docente da Escola Superior de Tecnologia do IPCB, José Pedro de Sousa, advogado e diretor da ESGIN - School of Business, Law and Tourism do IPCB, Jorge Vieira Neves, ex-presidente da Junta de Freguesia de Castelo Branco e membro do Conselho Diretivo da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), Paulo Pinto, presidente da Junta da União das Freguesias de Zebreira e Segura, de Idanha-a-Nova, e Técnico de Desenvolvimento Local da ADRACES, Guilherme Ferreira, estudante da ESGIN e membro do seu Conselho Pedagógico, António Rijo Salgueiro, ex-diretor do Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, em Idanha-a-Nova, e, por parte da Comunidade Cidadãos pela Beira Baixa (CPBB), Albano Reynolds Pires Marques, Tiago Lourenço, Luís Duarte Melo e José Augusto Ramos.
Estes debates surgem pela importância do impacto que estes projetos, a concretizarem-se, podem ter em toda esta região da Beira Baixa, afigura-se da maior relevância contribuir para a informação e reflexão sobre a transição energética, impactos do projeto Sophia, alternativas energéticas e desafios estratégicos, alargando alargar o debate a instituições, organismos, empresas, academia, autarquias e sociedade civil em geral.
E, neste âmbito, as instituições do ensino superior podem ter um papel relevante dado contarem no seu corpo docente com individualidades capazes de assegurarem um conhecimento informado e aprofundado sobre a transição energética e do impacto dos projetos ora em discussão bem como de todas as demais questões emergentes, designadamente o de conhecer, apreciar, discutir e debater as questões jurídicas e administrativas inerentes e de todos os procedimentos associados à sua aprovação e implementação para melhor aferir da sua legalidade e conveniência.
30/03/2026